Prefeitura esclarece dúvidas sobre vacinação contra Meningite

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A Prefeitura de Ilhabela, por meio da Secretaria de Saúde, explica a respeito da necessidade de vacinação contra Meningite, em relação ao tema abordado na Câmara Municipal recentemente e redes sociais

O secretário da pasta, Osvaldo Julião, esclarece que não há necessidade de vacinar toda população. “Não vivenciamos surto por Meningite bacteriana em nosso arquipélago. Destacamos que seguimos o Calendário Nacional/Estadual de vacinação, nos quais a inclusão de novos imunológicos se baseia em critérios epidemiológicos, critérios imunológicos (proteção duradoura e alta eficácia), tecnológicos (garantia do produto e disponibilidade), além de critérios socioeconômicos (análise custo/efetividade)”.

Atenção Epidemiológica
Meningite é uma inflamação das meninges (membranas que envolvem e protegem o cérebro), que pode ser provocada por bactérias, vírus ou fungos, podendo se espalhar por todo o sistema nervoso central.
Para as meningites causadas por bactérias há as seguintes vacinas disponíveis no calendário de vacinação da criança do Programa Nacional de Imunização:

• Vacina meningocócica conjugada sorogrupo C: protege contra a Doença Meningocócica causada pelo sorogrupo C;

• Vacina pneumocócica 10-valente (conjugada): protege contra as doenças invasivas causadas pelo Streptococcus pneumoniae, incluindo meningite;

• Pentavalente: protege também contra as doenças invasivas causadas pelo Haemophilus influenzae sorotipo B;

• BCG: protege contra as formas graves da tuberculose.

Atualmente, no Brasil, as principais causas de meningites bacterianas, de relevância para a Saúde Pública, seja pelo potencial de causar surto e/ou gravidade dos casos, são as causadas pelas bactérias: Neisseria meningitidis (meningococo), Streptococcus pneumoniae e o Haemophilus influenza e tipo b (Hib).

Além da meningite meningocócica provocada pelo sorogrupo C (vacina já prevista no calendário, como citado acima), existem outros tipos de sorogrupos, como A, B, W135 e Y, entretanto, com menor incidência e, consequentemente, menor importância epidemiológica, no momento.

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