Secretário de turismo fala sobre o desenvolvimento de Ilhabela

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Ilhabela uma potência mundial no turismo

O Jornal a Folha do Litoral foi ate ao Secretário de Turismo Ricardo Fazzini para saber como vai ser o turismo na temporada de 2018/2019 em Ilhabela, em termos de acessibilidade e locomoção dentro do arquipélago. Ricardo Fazzini anda bem otimista referente ao turismo de Ilhabela, pois o reposicionamento vem dado com uma nova identidade com o turismo de natureza “Ilhabela Natural”, projeto da gestão do prefeito Márcio Tenório.

O arquipélago investe sua presença em todas as feiras de turismo que acontece pelo mundo, e Ilhabela esta lá presente, com uma participação muito produtiva do que as gestões anteriores, deixando o arquipélago de Ilhabela em evidencia no mercado de turismo na categoria “A”, selando uma parceria com o Ministério de Turismo sendo dada uma prioridade em relação a outros destinos turísticos, potencializando o destino Ilhabela.

Já para temporada o arquipélago estará recolhendo alguns resultados destes frutos, através do investimento em feiras, na venda do produto turístico de Ilhabela, nas visitações da cidade, com uma forma mais inteligente de divulgação desta potencia turística. Contando com um calendário de eventos durante o ano inteiro, o turismo fica em evidência. Com todo o trabalho durante a esses dois anos da equipe da Secretaria de Turismo de Ilhabela e da gestão do atual prefeito , repercute com resultado bem positivos.

Com a ascendência do nível de turistas no arquipélago vai continuar nesse verão, com a restruturação do município, para chegada de navios cruzeiros e seu atracamento no arquipélago se une com a CLIA ABREMAR BRASIL – Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos, entidade que conglomera todos os navios de cruzeiros do mundo. Ilhabela é parceira da entidade em várias ações turísticas e de regulação do sistema e legislação brasileira para cruzeiros, já apresentando algumas vitorias, como a conquista dos visto de trabalho, de 3 meses para 6 meses na permanência dentro destes navios turísticos. Tornando o Brasil mais concorrente com o mercado mundial, aumentando a permanência e a frequência dos navios em nosso país.

Ilhabela vem conquistando dentro deste cenário brasileiro obtendo alguns êxitos, com 39 escalas em 2016 e 2017, para 54 escalas 2017 e 2018, conquistando para 2018 e 2019 até 70 escalas, mostrando o resultado de um trabalho muito técnico no setor do turismo brasileiro. Promovendo o treinamento e a capacitação para o receptivo com uma estruturação física melhor, dando segurança para as companhias em manobras de seus cruzeiros.

Fazzini salienta também que os desafios não é só a mobilidade urbana, mas também como finalizar o uso do “acquabus” para essa temporada e também a implantação do ônibus turístico da cidade, bicicletas compartilhadas tudo isso com o intuito de livrar um pouco veículos nas ruas e fazer mais uso dos transportes coletivos e compartilhado. Lembrando a questão dos estacionamentos que ta havendo uma negociação com o município de São Sebastião com a Secretaria de Transportes do Estado de São Paulo, para que tenha uma área grande de estacionamento que sera concedido para um concessionário daquele município, para que propicie a travessia através de lanchas de passageiros.

O principal problema da mobilidade é a questão da “travessia de Balsas”, se não houver uma interferência de solução séria do estado, para ter uma boa qualidade nos serviços prestado pelo DERSA, com equipamentos com mais segurança em relação a quebras e falhas e a manutenção destes equipamentos de travessia, todo projeto que Ilhabela tem para o turismo, vai para aguá abaixo. Então é primordial a participação do estado para que se faça os serviços de maneira descente e honesta.

E finalizando, Fazzini ressalta que o turismo é uma forma de empregar, de mover o mercado, um setor que está crescendo de forma sustentável promovendo a manutenção do meio ambiente e sua proteção. Não sendo somente isso, o turismo desenvolve uma economia local para que Ilhabela seja sempre um atrativo, o setor turístico tem que ter essa preocupação, pois quem paga tudo isso é o turista. O turismo de vanguarda é feita por pessoas que vê o seu destino como um produto, um produto que não pode acabar sem danificar o meio ambiente, empregando mão de obra e principalmente que ele gere recursos, que ele gere divisas, empregos e rendas.

 

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